sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

E assim se vai cumprindo o adágio...

E assim se vai cumprindo o adágio: «entrada de leão, saída de sendeiro».

O semanário «Sol» diz hoje que a sucessão de Sócrates já está a ser discutida no interior do PS. Sócrates, por seu turno, diz que os jornais não o derrubam.

Pois... tem sorte!!! Porque se Sócrates tivesse um Sampaio como Santana Lopes teve, não era preciso jornais para o derrubar - bastava o Presidente da República (PR)!

Lembremo-nos que Sampaio, enquanto Presidente, só esperou que o PS se reorganizasse (depois da desastrosa saída de Guterres) para derrubar Santana Lopes. E fê-lo por muuuuuiiiito menos!!! O pretexto foi uma alegada instabilidade política.

Sócrates goza do benefício de trabalhar com um PR responsável, sério e que coloca os interesses do país acima das jogadas político-partidárias.

E quanto a instabilidade, estamos conversados. Depois de uma desastrosa semana a fazer beicinho e a ameaçar o caos com a chantagem da demissão....este governo levou o país a uma perigosa zona de instabilidade e descrédito internacional com fortes repercussões económicas.

Vem aí, para o PS, uma derrota a que o «menino guerreiro» inabilmente levou o seu próprio exército. Nada de dramas... tudo isto é normal; esta coisa dos ciclos poíticos é fatal como o destino.

O PSD será chamado a assumir responsabilidades...e em Março terá lugar a eleição do novo Presidente do Partido. Rangel...Aguiar-Branco...Passos Coelho...vamos esperar para ver. Ontem, em Coimbra, Passos Coelho disse (porque talvez lhe conviesse) que os candidatos já estão todos no terreno. Não creio...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Miguel Veiga comenta candidatura de Aguiar-Branco

Miguel Veiga, um dos fundadores do PSD, afirmou esta quinta-feira ter sido surpreendido com a candidatura de José Pedro Aguiar Branco à liderança do partido, por «presumir» que teria «acertado agulhas» com o também candidato Paulo Rangel, escreve a Lusa.

Miguel Veiga afirmou «muito admirar e estimar» o líder da bancada parlamentar social democrata, Aguiar Branco, que anuncia sexta feira a sua candidatura à liderança do partido.

O histórico social democrata referiu, contudo, que «preferencialmente» o eurodeputado Paulo Rangel era o seu candidato, entre os três que se alinham na luta da presidência do partido. Miguel Veiga lembrou ter sido um dos primeiros a sugerir «há muitos, muitos meses» o nome de Paulo Rangel para a presidência do PSD.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Paulo Rangel
















O eurodeputado e ex-líder parlamentar do PSD Paulo Rangel apresentou a sua candidatura à liderança do partido. A apresentação da candidatura foi marcada pela ideia de «ruptura», com vista a «libertar o futuro de Portugal». Bom discurso; ideias claras e tema mobilizador.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Novos órgãos distritais

Realizaram-se no dia 22 de Janeiro, entre as 19h e as 22h, as eleições para os novos órgãos distritais do PSD de Santarém, que decorreram com normalidade nos 21 concelhos do distrito (todos eles com estruturas locais do PSD organizadas e a funcionar).

Tratando-se de eleições directas, onde todos os militantes podiam votar, verificou-se que – de um total que se aproxima dos 5.000 militantes – estavam inscritos cerca de mil militantes com capacidade eleitoral activa, tendo em todo o distrito votado 398 o que corresponde a uma participação eleitoral de 40%. Os novos órgãos distritais foram eleitos com 91% dos votos expressos.

Como já era do conhecimento público, apenas se apresentou uma candidatura, a cada um dos órgãos distritais, tendo sido apurados os seguintes resultados eleitorais:

· Para a Mesa da Assembleia Distrital, foi eleita a lista liderada por Miguel Relvas.
· Para o Conselho de Jurisdição Distrital, foi eleita a lista encabeçada por Jaime Ramos.
· Para a Comissão Política Permanente Distrital, foi eleita a lista proposta por Vasco Cunha.

Santarém, 23 de Janeiro de 2010
O Presidente da Mesa da Assembleia Distrital
(Miguel Relvas)

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

EXTINÇÃO OU NÃO...EIS A QUESTÃO

Sónia Sanfona faz parte de um considerável grupo de pessoas que, tendo sido derrotadas em eleições autárquicas, receberam das mãos de Sócrates um prémio de consolação: perderam uma Câmara mas ganharam um Governo Civil. E não é uma socialista sozinha: a ela, derrotada na corrida à Câmara de Alpiarça e agora Governadora Civil do nosso distrito, Santarém, juntam-se outros socialistas derrotados nas autárquicas mas recompensados como governadores civis: José Mota em Aveiro, Isabel Santos no Porto, Miguel Ginestal em Viseu e Jorge Gomes em Bragança.

O que aconteceu em Lisboa também tem que se lhe diga: o PS conseguiu fazer eleger 19 deputados para a Assembleia da República. O 20º, que já não foi eleito, foi António Galamba. Sabe o que lhe aconteceu??? Não calcula??? Isso mesmo: Sócrates nomeou-o Governador Civil de Lisboa!

Mas Sanfona debate-se agora com um problema: disse há dias, ao «O Mirante», na sua edição de 28 de Janeiro, que mesmo que venha a ser concretizada a regionalização, os governos civis devem continuar a existir. No fim da entrevista diz «não tenho qualquer problema se o governo decidir fazer uma regionalização num quadro que considere que os governos civis são dispensáveis».

Mau…no que é que ficamos? Concorda com a manutenção do cargo ou com a sua extinção?

Sabe o que falta a Sanfona? Falta-lhe a solidez, a consistência, a verticalidade, o pensamento próprio, a força ideológica, falta-lhe aquilo que não tem quem vive de lugares políticos, prémios públicos distribuídos de forma caridosa. E o PS, nesse campeonato, é imbatível.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O FIM DA LINHA, segundo Mário Crespo

















O INSTITUTO FRANSCISCO SÁ CARNEIRO acaba de publicar um artigo de Mário Crespo que é imperioso ler. Por favor, não deixe de o fazer.

sábado, 16 de janeiro de 2010

JANTAR-CONVÍVIO DO PSD

A força de um Partido político não se vê só na forma como ataca, denuncia ou até atinge os adversários políticos. Não; a força de um Partido vê-se também no nível de coesão e unidade internas, na forma como consegue articular-se por dentro e entender-se internamente. O PSD/Salvaterra é cada vez mais um Partido assim: no caminho da estabilidade e da consolidação internas, apresentando aos seus militantes e simpatizantes a renovação que se deseja e se necessita. Para fora, para todos aqueles cidadãos que ainda não nos deram o seu voto e o seu voto de confiança, queremos convidá-los a confiar em nós.

O jantar-convívio do PSD, a 14 de Janeiro, é uma prova dessa coesão que estamos a construir. Nesse jantar, o PSD juntou 30 militantes e simpatizantes no restaurante «A Cabana dos Parodiantes» em Salvaterra de Magos. Uma noite fantástica, em que militantes antigos e recentes se conheceram e privaram de óptimos momentos de convívio e conversa. No final, o presidente da concelhia, Luís Melancia, dirigiu umas breves palavras de agradecimento e incentivo a todos. Pode ler essas palavras no final deste «post», publicado depois das fotos.





Mensagem do presidente da concelhia:
Companheiros(as),
estamos todos de parabéns! Estamos hoje aqui porque temos uma vontade férrea de participar num processo de renovação enérgica que o PSD/Salvaterra tanto necessita.

No mito de Sísifo, os deuses tinham condenado Sísifo a empurrar sem descanso um rochedo até ao cume de uma montanha, de onde a pedra caía. Sísifo tinha de tornar a subir a montanha e carregar a pedra que, chegando ao topo, tornava a cair. A sua vida resumia-se a isto! Assim parece, por vezes, a nossa acção política enquanto Partido: fazemos um percurso tentando chegar a um topo que parece fugir-nos; um problema surge e lá estamos, de novo, a começar tudo de novo.

Mas estamos aqui hoje porque estamos no bom caminho: estamos no caminho que abrimos no dia 12 de Setembro, quando dissemos que aquele era o primeiro dia dos próximos quatro anos. E estamos escravos desse compromisso, como nos avisou, naquela tarde, o nosso companheiro Rafael João.

O PSD/Salvaterra está decidido a ser mais que oposição: quer ser alternativa. E uma alternativa não aparece por acaso; constrói-se!

Constrói-se alimentando um clima de coesão interna;
Constrói-se atraindo e dando oportunidades a novos valores;
Constrói-se formulando pensamento político e apresentando propostas sérias;
Constrói-se organizando actividades políticas de relevância social no terreno;
Constrói-se criando uma estratégia de comunicação e presença na comunidade;
Constrói-se motivando a participação de cada um neste grande projecto;

O PSD/Salvaterra está a construir e a constituir-se a alternativa!
Vamos a isto!