quarta-feira, 7 de abril de 2010
Eleição da nova comissão política
sábado, 27 de março de 2010
A geometria política de Passos Coelho
Do ponto de vista sociológico, a arrumação partidária que resulta desta eleição – com uma vitória tão expressiva a partir das bases, 61% – poderá fazer de Passos Coelho o novo ocupante e representante do espaço sociológico até agora ocupado por Santana Lopes. Isto é, Santana Lopes, que sempre foi visto como o representante das bases, do tal PPD, pode ter perdido agora esse estatuto para Passos Coelho. E isso pode trazer uma nova configuração e um novo equilíbrio de forças dentro do PSD. Ao que tudo indica, Passos Coelho conseguiu reunir, desta vez, os dois terços que há dois anos ficaram divididos ente ele e Santana. Rangel e Aguiar Branco ficaram, grosso modo, com o terço «e picos» que há dois anos ficou com Ferreira Leite.
E este é, indubitavelmente, um óptimo começo. E se, a esta implantação sociológica, Passos Coelho conseguir juntar um vigor ideológico (representado num bom programa político) e uma capacidade para promover coesão interna, então temos Primeiro-Ministro.
Mas atenção: este triângulo evolui ainda para um quadrado. Passos Coelho tem de conseguir falar ao centro - àquele eleitorado que anda de candeias às avessas com o PSD e tem andado ali pelo PS. E é preciso não esquecer que o duelo será, muito provavelmente, com António Costa (PS) e não com Sócrates. Não esqueçamos que também o PS vai obrigatoriamente renovar-se... e se o fizer com Costa, manter-se-á um PS de centro e não de esquerda.
Este é o quadrado de Passos Coelho: implantação sociológica, vigor ideológico, coesão interna e discurso ao centro.
Entretanto, a concelhia do PSD está também determinada a criar «momento político» e a ser determinante aqui no concelho.
E lembre-se: o PSD, em Salvaterra, é mais que oposição: é alternativa!!!
Luís Melancia
sábado, 20 de março de 2010
ESCLARECIMENTO

A Comissão Política do PSD de Salvaterra de Magos dá a conhecer a sua neutralidade face aos diferentes candidatos que disputam a liderança do Partido. Entendemos que este modelo de votação devolve a cada militante a responsabilidade individual de agir e votar em conformidade com a sua consciência e convicção políticas.
Por isso, A COMISSÃO POLÍTICA DO PSD DE SALVATERRA NÃO APOIA OFICIAL E FORMALMENTE NENHUMA DAS QUATRO CANDIDATURAS APRESENTADAS. Sem prejuízo do que atrás fica escrito, cada membro da comissão política tem, ainda assim, a prerrogativa, o privilégio, o direito de apoiar, de modo indivual, aquele candidato com o qual melhor se identifica.
Assim, recusamos e denunciamos qualquer tentativa de acantoar a Comissão Política do PSD de Salvaterra, colando-o a qualquer das candidaturas que estão no terreno.
O Presidente da Comissão Política,
Luís Melancia
sexta-feira, 19 de março de 2010
As reparações na viatura oficial da srª presidente estão garantidas e pagas... na minha e na sua é que não.



