Manuel Maria Carrilho (PS), ex-ministro da Cultura do Governo de Guterres, disse ontem na TVI que José Sócrates “hoje não tem ninguém” quando noutras eleições tinha muitos economistas à sua volta.
in Correio da Manhã - Algarve – 08-05-2011
domingo, 8 de maio de 2011
Crimes e castigos
Alberto Gonçalves assina um artigo de opinião no qual diz: "Também podíamos falar da promessa do eng. Sócrates de que nunca governaria sob as directivas do FMI (...). Ou do modo como se apresentaram as directivas enquanto um mero desenvolvimento do PEC IV (...). Ou da tese de que a entrada da troika resultou do "chumbo" do PEC IV (dois delegados da troika explicaram que o atraso no pedido de ajuda agravou a situação e, entre outras coisas, aumentou o desemprego). Ou do orgulho com que se divulgou o ano adicional para correcção do défice (há meses, Passos Coelho pedira-o a Bruxelas e acabou insultado cá dentro). Ou da genérica tentativa de vender o acordo com a "troika" a título de sucesso negocial, quando o acordo, demolidor para as alucinações do Governo (das obras públicas às 'renováveis'), inevitavelmente acode aos desastres provocados por quem em seis anos contraiu uma dívida pública equivalente à dos 23 anos e não sei quantos governos anteriores."
in Diário de Notícias - 08-05-2011
in Diário de Notícias - 08-05-2011
sábado, 7 de maio de 2011
Pedro Passos Coelho avisa que não governará com o PS
Ontem à noite no final do jantar comemorativo do 37° aniversário do PSD, em Santa Maria da Feira, que juntou cerca de 3.300 convidados, Passos Coelho afastou qualquer possibilidade de vir a governar com o PS. "No Governo ou vai estar o PS ou vai estar o PSD”. O líder do PSD reafirmou que o que aconteceu nestes seis anos de governação socialista "não tem perdão" e que "tudo o que o este Governo se propôs fazer para resolver o problema económico e financeiro do país resultou num fiasco e num enorme fracasso e não foi por falta de apoio". "De que é que se queixa este governo?", perguntou. "Precisamos de acabar com a batota que existe no país. Nós vamos dar transparências às nossas contas", declarou, garantindo que colocará as contas em ordem.
in Público – 07-05-2011
in Diário de Notícias – 07-05-2011
in Diário Notícias – 07-05-2011
in Público – 07-05-2011
in Diário de Notícias – 07-05-2011
in Diário Notícias – 07-05-2011
António Capucho sobre as eleições
O PSD não está descansado com os resultados das últimas sondagens que dão tudo em aberto para o dia 5 de Junho. "É enigmático que a esta altura se mantenha a intenção de voto no Governo tão alta", disse o conselheiro de Estado e ex-secretário-geral do PSD, António Capucho. Um resultado que se justifica pelo facto de "não se conhecer em suficiente detalhe a capacidade de Passos Coelho e da sua equipa", justifica o conselheiro. Mas o problema coloca-se sobretudo a nível da mensagem, diz Hermínio Loureiro. O membro da comissão política nacional do partido acredita que "não tem sido fácil passar a mensagem", porque "tem havido muito ruído”.
in i - 07-05-2011
in i - 07-05-2011
Dois meses alucinantes na política portuguesa
Entre 9 de Março e hoje, passam quase dois meses. Sessenta dias que foram dos mais agitados que a política portuguesa viveu nas últimas décadas. Um Governo sem maioria apresentou o quarto pacote de austeridade num ano. O Parlamento chumbou-o. O primeiro-ministro demitiu-se. O Presidente da República tomou posse e teve de marcar eleições antecipadas. Os juros da dívida atingiram valores recorde. Portugal teve de pedir ajuda externa pela terceira vez em democracia.
in Expresso – 07-05-2011
in Expresso – 07-05-2011
Óbvio...
“Fernando Ulrich, na quinta-feira, disse aquilo que devia ser óbvio para toda a gente: ‘Estou agradecido a quem fez cair o Governo’. Eis uma evidência. O actual primeiro-ministro transformou a ajuda externa num diabo, explicando que o país entraria em colapso com a sua chegada. Fez isso contra todos os avisos (…) Sucede que o que impressiona na história portuguesa não é apenas José Sócrates é Pedro Passos Coelho. O líder do PSD não foi capaz, como Popper, de dizer o óbvio e isso faz toda a diferença. (…) Portugal, sabia-se, precisava de ganhar competitividade nas empresas, reduzir a montanha de divida pública e privada, reduzir o tamanho do Estado e reformar a justiça. Na verdade, isto foi defendido pelo PSD. Mas o seu líder não o lembra com convicção, dia após dia”. A opinião é de Martim Avillez Figueiredo.
in Expresso – 07-05-2011
in Expresso – 07-05-2011
Em baixa...
Altos e Baixos
José Sócrates está em baixo: Não fosse estarmos na penúria e todos estaríamos a tirar o chapéu ao ainda primeiro-ministro pela excelente representação aquando do anúncio do novo pacote de medidas de austeridade. Conseguiu levar a que os portugueses suspirassem de alívio porque afinal a intervenção externa não é tão má quanto se temia. Mas não se livrou de ouvir os representantes da troika virem dizer que se a ajuda tivesse sido pedida há mais tempo, ter-se-ia evitado chegar ao ponto de ruptura onde se chegou.
in Expresso - Economia - 07-05-2011
José Sócrates está em baixo: Não fosse estarmos na penúria e todos estaríamos a tirar o chapéu ao ainda primeiro-ministro pela excelente representação aquando do anúncio do novo pacote de medidas de austeridade. Conseguiu levar a que os portugueses suspirassem de alívio porque afinal a intervenção externa não é tão má quanto se temia. Mas não se livrou de ouvir os representantes da troika virem dizer que se a ajuda tivesse sido pedida há mais tempo, ter-se-ia evitado chegar ao ponto de ruptura onde se chegou.
in Expresso - Economia - 07-05-2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)