quinta-feira, 12 de maio de 2011

Salvaterra apresenta miltante para integrar a lista de deputados à AR

A Comissão Política do PSD/Salvaterra decidiu, por proposta do seu Presidente, convidar o militante e presidente da JSD de Salvaterra, Alírio Belchior, a ser o candidato a deputado
à Assembleia da República apresentado por esta secção.

É com muito agrado, por isso, que vemos a nossa secção assumir a responsabilidade e a vontade de participar activamente em todas as frentes do processo político distrital, indicando um seu militante para esta lista. Agradecemos ao militante Alírio Belchior a disponibilidade para participar e colaborar desta forma com o Partido e com esta secção, sabendo que é uma tarefa exigente.

Ainda uma palavra de apreço dirigida ao Presidente da Comissão Política Distrital, Dr. Vasco Cunha, por ter considerado a proposta desta concelhia.

Luís Melancia

terça-feira, 10 de maio de 2011

Passos diz que o país é capaz de ultrapassar crise

"É isso que eu espero no dia em que se comemora a Europa se possa dizer de Portugal para o exterior: nós somos capazes, o facto de termos sido governados durante alguns anos por incapazes não quer dizer que o país não seja capaz", afirmou o líder do PSD, durante a apresentação do livro "Novo Dicionário de termos europeus". Passos Coelho voltou a criticar a decisão do Governo de adiar o pedido de ajuda externa, tentando "durante muito tempo evitar assumir a responsabilidade pelas políticas erradas que foram prosseguidas".
in Jornal Notícias – 10-05-2011

Passos Coelho já convidou Catroga para as Finanças

Em Novembro Eduardo Catroga completa 69 anos e por essa altura, se o PSD vencer as próximas eleições, terá gabinete no Terreiro do Paço. Pedro Passos Coelho convidou o antigo ministro das Finanças de Cavaco Silva para assumir novamente a pasta e Eduardo Catroga já garantiu ao líder do partido que, se os sociais-democratas vencerem as próximas eleições, está disponível para fazer parte de um futuro Governo, sabe o “i”.
in i – 10-05-2011

TSU: PSD estuda aumento do IVA na restauração

Os efeitos da subida da taxa de IVA na restauração estão a ser avaliados pelo PSD. O partido está a estudar formas de compensar a quebra de receita provocada pela redução da taxa social única (TSU) prevista no programa eleitoral dos sociais-democratas para as empresas exportadoras e a restauração é vista no cerne do grupo técnico de trabalho "com um bem de luxo". O partido quer "salvaguardar o cabaz alimentar básico e os interesses das classes mais desfavorecidas", garantiu António Nogueira Leite. E o aumento do imposto sobre o tabaco e sobre o vinho está igualmente a ser ponderado para compensar esta descida da TSU até 2015, conforme já admitiram Carlos Moedas, conselheiro económico do líder do PSD, Passos Coelho, e Eduardo Catroga.
in i – 10-05-2011

Menezes diz que votar Portas é votar Sócrates

Luís Filipe Menezes afirmou ontem ser "claro que votar em Paulo Portas é votar em Sócrates", criticando o "entendimento tácito" que parece existir entre os dois. Menezes realçou que "só há dois candidatos a primeiro-ministro e não adianta a Portas dizer que é candidato que isso é uma brincadeira. Também podia dizer que era candidato a secretário-geral da ONU que vale o que vale". Por isso mesmo, esclareceu que, "do ponto de vista político", é preciso lembrar que "entre os que se afirmam como candidatos a primeiro-ministro, só um é que não está comprometido com estes 16 anos de descalabro que é Passos Coelho.
in Público – 10-05-2011

Na política, quem arrisca nem sempre petisca

Bruno Proença refere que “as propostas de Pedro Passos Coelho estão a marcar a agenda política porque o PSD teve coragem e arriscou. O programa eleitoral está bem estruturado e tem personalidade própria. Pedro Passos Coelho mostrou que tem ideias distintas das apresentadas por Sócrates. Ideias mais liberais, é verdade. Mas isso não é uma doença contagiosa. O excesso de Estado - na sociedade, na economia e na política - é o pai da crise económica e financeira que afecta Portugal”.
in Diário Económico

Governo de salvação nacional? Só se for com aquele produto que cola cientistas ao tecto

Sócrates - que desfez todos os partidos sem excepção e o FMI -, parece agora um lobo com pele de cordeiro, disponível para todas as alianças. Passos Coelho já excluiu a reedição do Bloco Central - o que não sendo politicamente correcto, é clarificador. E Portas? Aceitará ele uma coligação com o PS? E tomará uma posição definitiva sobre o tema antes de dia 5 de Junho? Ou a hipocrisia e o calculismo, tão intrinsecamente nacionais, vencerão?" pergunta Miguel Coutinho.
in Diário Económico - 10-05-2011