segunda-feira, 6 de junho de 2011

O PSD foi a força política que mais cresceu em Salvaterra

Caros amigos,
Quero, como presidente da comissão política do PSD/Salvaterra e em nome do Partido, felicitar todos aqueles que se revêm nesta vitória eleitoral e a vivem como sua. Estamos de parabéns.

Os resultados apontam para um crescimento do PSD a nível nacional na ordem dos 33%. No concelho de Salvaterra, contudo, esse crescimento foi quase em dobro: aqui, o eleitorado do PSD cresceu 62% face aos resultados obtidos em 2009.

O resultado de hoje, com o PSD a chegar aos 26,46% (contra os 16,38% em 2005), regista o melhor resultado de sempre do PSD em eleições legislativas no concelho. De resto, o PSD foi a força política que mais cresceu em Salvaterra (um crescimento de 62%) registando-se ainda um queda acentuada quer do PS quer do BE. Passamos de terceira para segunda força política mais votada no concelho, a uns escassos 503 votos do PS.

Tenho dito, vezes sem conta, que «vamos em frente... vamos à frente», e que «o PSD é mais que oposição: é alternativa». Escreva: seremos a maior força política do concelho. O facto é que estamos a assistir a uma mudança acentuada na sociologia política do concelho, e cabe-nos optimizar o momento, aproveitando este vento de mudança a favor do PSD e de Salvaterra.

Esta vitória reflecte o ambiente de crescimento do PSD a nível nacional e distrital, mas é também o resultado de uma acção profícua, planeada e persistente que, de há um ano a esta parte, vimos a desenvolver na comissão política a que tenho a honra de presidir.

Não vamos desitir - estamos cada vez mais perto. E conto consigo.

Um abraço amigo do
Luís Melancia

2 comentários:

  1. Sim concordo, mas deverá a concelhia quando chegar a hora de escolher os candidatos para as autarquicas não cometer os mesmos erros de sempre. Devem ser escolhidas para as listas candidatas ás autarquias pessoas militantes do PSD ou independentes, que tenho curriculo, com provas dadas no movimento associativa e com vidas familiares e profissionais exemplares isto porque os nossos representes devem ser exemplo. Nas ultimas eleições por exemplo na semana seguinte deixamos de ter representante na Câmara e assistimos a uma guerra publica pouco digna entre o António Filipe e o Jorge Burgal.

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  2. Caro amigo anónimo, obrigado pelo seu contributo.
    Vejo que esboçou o que considera ser o perfil dos candidatos aos órgãos autárquicos. Alguns outros aspectos que não mencionou são igualmente importantes.

    Por uma questão de rigor, lembro que não é exacto dizer que deixámos de ter representante na Câmara na semana a seguir às eleições. De resto, o corte da confiança política ao candidato que concorreu pelas nossas listas verificou-se passados dois meses e pelas razões que reputamos por válidas, entretanto tornadas públicas.

    Finalmente, não tenho memória relativamente a algum conflito entre António Filipe e o vereador que refere. O António Filipe que refere é o deputado da CDU pelo distrito?

    Cumprimentos
    Luís Melancia

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